










Que bom que você chegou aqui!
Agora, pare um pouquinho,
peça ao seu corpo para se soltar.
Relaxe o queixo, ombros, quadris.
Respire profundo e vá soltando,
Se abrindo para perceber o que
acontece em seu corpo.
​
Meu trabalho é nesse lugar,
a pausa para perceber, escutar,
aproximar-se e relacionar-se
com o que se sente dentro.
O que está vivo, pulsante neste momento, o seu corpo mostra.
Traz o real, o que merece atenção, aqui e agora, nosso presente.
Tão simples, só parar para sentir!
E ter a curiosidade de se aproximar,
a coragem de permanecer,
com calma e alma, sempre no seu tempo.
Vamos juntos.
A prática da pausa vem da Focalização de E. Gendlin que aprendi com Matheus Cautiero.
Mais que um manejo, se torna uma forma de ser no mundo. Como outros recursos terapêuticos somo a astrologia, o tarot e a abordagem sistêmica.
Lido também com essências florais e ajudas fitoterápicas.
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Estou aberta a atendimentos online, via chamada de vídeo, e presencial em Pirenópolis, Goiás, das seguintes formas:
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-
consulta, encontro avulso
-
acompanhamento semanal ou quinzenal
-
jornada de 5 ou 10 sessões
-
supervisão em focalização para terapeutas
-
imersão experiencial com hospedagem, retiro em meio à natureza do cerrado
-
vivência em grupo, a Roda do Sentir, em qualquer cidade
​
Somando as experiências que tive ao longo da vida e a forma como tais vivências foram se desdobrando em ajudas, chego a discernir minha ação terapêutica nos momentos assim descritos:​




O começo, o princípio da Vida, o nascer do Sol.
Concepção, gestação, primeiros anos, infância, puberdade.
Clarear tudo o que permeia a chegada do Ser.
Encontrar as cores e ver as formas que brotam
espontaneamente na formação de cada pessoa.
Escutar, falar e agir a partir do coração.



Avivar, afinar, estimular o sentido da Vida.
Há quem acorde às 5 da manhã, outros às 2 da tarde.
Cada qual em seu tempo, chega a hora, o convite
a crescer, movido pela dor ou pela curiosidade.
Daí a proposta: trabalho sobre si.
Criar familiaridade com o que vem de dentro
permitindo um estado cuidadoso de atenção.
​
Adentrar essa imensidão interna e acessar
os recursos que vêm desse Espaço, dessa
Força maior além daquilo que nos acontece.
Sintonizar, manejar os ruídos, expandir nossa
Consciência e poder alcançar nosso propósito,
nossa via de evolução. No lugar de perguntar:
“Qual o sentido da Vida?” poder investigar
“qual o sentido da minha Vida pro mundo”.

Encontrar dons e potencialidades,
sanar feridas e honrar cada passo dado.
Tudo nos traz a esse momento, o presente.
​
Ao deixar esse convite crescer dentro podemos
nos deparar com nossos limites e resistências que
expressam nossas crenças e programas,
perceber nossas raivas, medos e tristezas.
Há lugares que não chegamos sós.
Sou companhia para estas travessias que nos levam
aonde queremos e merecemos chegar.
E lá estamos, à nossa espera.
Juntos pode ser melhor.
Pode segurar minha mão.



Reconhecer a finitude da matéria.
Como um preparo pessoal ou acompanhando
quem se prepara para deixar a Vida, amar os antigos.
Ver a preciosidade em poder chegar tão longe.
Lidar com quem inspira cuidados merece uma
Presença atenta e livre de qualquer julgamento.
Assistir ou viver o “ir indo” lustrando o tesouro,
a gema, o cristal – o Ser essencial manifesto aí.

Poder ultrapassar nossas dores, apegos e tristezas
oferecendo o nosso melhor. Proteger,
inspirar, nutrir e honrar a Vida.
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Acompanhei a morte lúcida e o que chamo de
“Bem de Alzheimer”, com minha avó e avô.
Trata-se de respeitar a vivência única e pessoal
aonde a ida das faculdades cognitivas, físicas,
dá lugar à sabedoria e rica espontaneidade,
se a pessoa encontra amparo e liberdade.
Ser e deixar o Outro ser, dignamente,
acolhendo o que vem, perfeito e exato.
Crescer com isso, em interação amorosa.


O mistério, o desconhecido, o sonho.
A possibilidade de, lucidamente, adentrar o Sagrado. É na escuridão que conseguimos presenciar a luz das estrelas.
O convite aqui é grupal. A cada quinze dias adentramos a Tenda. Um lugar de encontro consigo e com o todo. Espaço de reconexão sutil com o objetivo de cuidar, compreender e se aproximar dos elementos que cada noite traz.
O foco desse encontro vai além dos atributos do feminino, visando integrar a dualidade através da clareza que vem dos tesouros que surgem da escuta e visão desse escuro. Vale lembrar que o ocaso é prenúncio do amanhã. A noite prepara e espera a aurora.


